sábado, 10 de setembro de 2011

Na Estrada

Selecionado pelo edital de vivência e cobertura do Circuito Mineiro de Festivais Independentes (CMFI), na última terça (07), cai na estrada para acompanhar de perto a movimentação cultural nas cidades de Ribeirão das Neves e Belo Horizonte.


Já passei pelo Pá na Pedra, numa estada extremamento aconchegante na casa da Maiza, integrante do Coletivo Semifusa. Um dos temas mais bacanas, aliás, de integrar uma rede sólida como o Fora do Eixo é se sentir em casa em qualquer parte do país. Lembrei-me de uma frase do Felipe Atenfelder, certa vez em Buenos Aires: "Ser do Fora do Eixo é saber que em qualquer aeroporto do mundo sempre tem alguém me esperando, estimulado pra me receber bem".

na cia do pessoal do Centro Multímidia (Raissa, Mayara e Luiza Guedes), além da Maiza e sua mãe, a dona Maria, exímia cozinheira; e por fim o camarada Léo

Assim, de hoje até o próximo dia 18 sigo na gestão de equipes de cobertura de um dos principais festivais de cultura deste estado, o Transborda: festival de artes transversais. Acompanhe as coberturas gerais pelo site do CMFI e meus relatos ora gonzos ora descritivos pelo blog do E-Colab e CMFI.

sábado, 20 de agosto de 2011

A gangue dos gatos pretos ou o coletivo de gatos (negros)

Porque "negros" é mais roots. A Letícia, nossa gata que neste exato momento de inverno pisa no meu colo e "amassa" seu pão de cada dia têm alguns amigos na vizinhança. Chamamos eles de amiguinhos. E também de putos, quando entram sorrateiramente para roubar a comida dela. Toda gata tem um pai que é uma fera. Mas, a gente não briga muito, porque achamos que, como amiguinhos, ela pode convidá-los para almoçar, jantar por aqui, já que fazemos o mesmo com nossos amigos.

No caso dela, são só 2, eles formam o trio de gatos negros: um gordão (o que mais gostamos de chamar "puto") e um magrinho que se parece bastante com a Letícia. Este fica na moral no quintal, perto de nós, sem muito medo, cara magrela, olhos claros (mas não amarelos como os dela) e vaza quando cansamos e apavoramos ele, correndo firme numa caçada de mentirinha.

---
Metalinguagem: hoje ela subiu à mesa, roçou o pescoço na tela do pc e se aconchegou no meu colo, enquanto trabalho (e redijo este comentário). Ontem, caímos nesse assunto dos 3 gatos e a ideia do título é do Lucas Grilli Maia, a quem devi as sinceras gargalhadas. Metalinguagem eu aprendi com o Alberto Suzano.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Discotecagem SURF

No sábado (23/7), num dos eventos produzidos pelo Enxame Coletivo (Noite Fora do Eixo #12; veja as fotos), segurei a discotecagem da noite de cabo a rabo, com o tema "Surf Music". Tocar em  festa é sempre bastante estimulante pois as pesquisas musicais se intensificam.

Nesta discotecagem em especial, um fenômeno foi bem interessante. Através de uma postagem no Facebook, várias pessoas colaboraram indicando artistas e discos: fator que enriqueceu demais a diversidade do set, com várias balas na agulha.



Hoje em dia é muito simples tocar em festas: basta um computador, bagagem musical e um Virtual DJ (programa para discotecagem) e algum conhecimento para inserir ferramentas, como um mixer, que te ajuda nas transições. Em discotecagens mais simples, temáticas, o Virtual DJ é bastante satisfatório.

No dia 23, a base do set foi a coletânea "Cowabunga, The Sufr Box", quatro discos que garantem uma noite temática. Baixe-a aqui. Outra dica valiosíssima é a seção de discos completos da Reverb Brasil, maior nome nacional no assunto, tem uma infinidade de discos disponível.